Principal Matérias Velocidade no Asfalto Aos 16 anos, piloto brasileira de drift aposta no inglês para evoluir dentro e fora das pistas

Aos 16 anos, piloto brasileira de drift aposta no inglês para evoluir dentro e fora das pistas

Lívia Raimundi Lisboa, de Balneário Camboriú (SC), pilota uma BMW G80 M3 turbo e integra a Rome Charpentier Team no Brasil, equipe ligada ao universo do drift e associada ao piloto americano Rome Charpentier. Em uma modalidade marcada por referências internacionais, o idioma passou a fazer parte da preparação técnica, da comunicação com outros atletas e do acesso a novas oportunidades no automobilismo.

Divulgação

Junho, 2026 – O drift ainda é uma modalidade em crescimento no Brasil, mas grande parte das referências técnicas, vídeos de preparação, entrevistas, manuais de peças e conteúdos de pilotagem circula em inglês. Para jovens pilotos que buscam evolução no esporte, aprender inglês deixou de ser apenas uma habilidade complementar e passou a fazer parte da rotina de aprendizado, comunicação e acesso a oportunidades internacionais.

Esse é o caso de Lívia Raimundi Lisboa, pilota de drift de 16 anos, natural de Balneário Camboriú (SC). Integrante da Rome Charpentier Team no Brasil, equipe de drift associada ao piloto americano Rome Charpentier, ela pilota atualmente uma BMW G80 M3 turbo e recebe mentorias de nomes reconhecidos da modalidade. Com a rotina de treinos, preparação do carro, análise de desempenho e contato com referências estrangeiras, o inglês passou a fazer parte da preparação da atleta dentro e fora das pistas.

“Conforme fui crescendo dentro do drift, percebi que o inglês deixava de ser um diferencial e passava a ser uma necessidade. Eu queria consumir mais conteúdo internacional, me comunicar melhor e estar preparada para oportunidades maiores dentro do automobilismo”, afirma Lívia.

Na prática, a rotina de uma pilota de drift vai além de acelerar. Envolve preparação do carro, análise de desempenho, criação de conteúdo, relacionamento com marcas e participação em eventos. Nesse processo, o inglês aparece em vídeos de eletrônica automotiva, entrevistas com pilotos internacionais e bastidores de equipes estrangeiras.

“Grande parte do conteúdo técnico está em inglês. Muitos vídeos sobre preparação de carros, acerto de suspensão, pilotagem e até manuais de peças são produzidos por equipes e profissionais de outros países. Além disso, muitos pilotos e empresas do setor utilizam o inglês como idioma principal”, explica a pilota, que passou a contar com o apoio da KNN Idiomas para aprimorar o  inglês.

Para Reginaldo Kaeneêne, CEO da KNN Idiomas, o caso mostra como o inglês deixou de estar restrito ao mercado corporativo e passou a impactar áreas técnicas e esportivas. “No drift, o idioma pode ajudar um piloto a entender um conteúdo técnico, acompanhar referências internacionais, conversar com outros atletas e apresentar melhor o próprio projeto. Em esportes ligados à troca de informação e marcas globais, saber se comunicar amplia o alcance da carreira. Por isso, falar inglês e manter uma rotina de estudos, seja em um curso de inglês ou em práticas diárias, pode fazer diferença na formação de atletas que buscam oportunidades maiores”, finaliza.

Sobre a KNN Idiomas

Fundada em 2012 e sediada em Santa Catarina, a KNN Idiomas é uma rede de franquias presente em todo o Brasil, com foco no ensino de inglês, espanhol, francês, alemão e italiano. A escola utiliza metodologia própria voltada para falantes de português, com ênfase na conversação desde as primeiras aulas, turmas reduzidas e material didático exclusivo, atualizado periodicamente. A rede também oferece modalidades presencial e digital, por meio do KNN At Home, mantendo o foco em uma aprendizagem prática e aplicada ao dia a dia.

Mais informações: www.knnidiomas.com.br

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