Após participação nas etapas de abertura da Copa HB20, piloto projeta boas surpresas para a sequência da temporada

Um final de semana movimentado marcou a abertura da Copa HB20 em Goiânia. Para Christiano Bornemann, o sábado e o domingo também foram “atípicos” e de reinvenção, já que, por motivos estratégicos dos patrocinadores e da organização da categoria, a dupla com o irmão Lucas Bornemann foi desfeita nas pistas – apesar de continuar firme fora delas e no coração. Deste modo, o piloto assumiu o cockpit do HB20 #343 para disputar as duas corridas.

No treino classificatório realizado no sábado (25) – correndo num carro que ainda não estava 100% ajustado para ele – Chris confirmou a largada para a corrida 1 na 17ª posição do grid. Mesmo não estando numa posição de costume, o piloto foi para a pista com a pretensão de explorar sua melhor performance. O ímpeto, no entanto, foi pausado pelo imprevisto da quebra do motor, fazendo com que a corrida acabasse, para ele, logo no início.

Na prova deste domingo (26), largando na última posição devido a quebra do sábado, Chris buscou avançar o máximo possível e, logo na largada, pulou oito posições e manteve uma constância durante muito tempo, melhorando a cada volta e mantendo o ritmo. “Goiânia é uma pista muito rápida e você precisa muito de “vácuo”, porque são retas muito longas. Isso foi uma das dificuldades que encontrei e que me fizeram ficar de cara com o vento, perdendo um pouco do rendimento. Agora, o foco é na preparação para a próxima etapa, que ainda não foi oficializada, mas deve acontecer, novamente, em Goiânia”, pontuou.

Chris Bornemann (esq), com Lucas Bornemann (centro) e Edson Reis.

Apesar dos imprevistos do final de semana, o piloto validou a experiência nas etapas de abertura da categoria e expressou a expectativa para a próxima etapa. Além disso, Chris garantiu boas surpresas para a sequência da temporada. Em seu nome e da Maxon Oil, Chris parabenizou a organização da prova por todos os cuidados e medidas de segurança e protecção contra o Covid-19 tomados na idealização do evento.

Classificação Final – Corrida 2

1. Thiago Riberi (Pro) – 14 voltas em 26min30s854
2. Diego Ramos (Pro) – 0s332
3. Caito Carvalho (Pro) – a 5s913
4. Rogerio Motta (Pro) – a 6s057
5. Alberto Cattucci (Pro) – a 6s227
6. Luiz Sena (Pro) – a 6s708
7. Odair Paraguai (Pro) – a 7s580
8. André Bragantini (Pro) – a 9s831
9. Beto Cavaleiro (Pro) – a 12s518
10. Lucas Bornemann (Pro) – a 12s555
11. Wagner Cardoso (Pro) – a 13s875
12. Daniel Nino (Pro) – a 18s571
13. Kleber Eletric (Pro) – a 18s885
14. Edgar Colamarino (Super) – a 19s086
15. Bruno Testa (Pro) – a 22s645
16. Edson dos Reis (Super) – a 30s376
17. Christiano Bornemann (Pro) – 31s216
18. Marcelo Zebra (Super) – a 34s583
19. Keka Teixeira (Super) – a 38s120
20. Leandro Parizotto (Super) – a 41s575
21. Marcus Leão (Super) – a 48s776
22. Luiz Albuquerque (Super) – a 49s734
23. Rodrigo HB (Super) – a 50s897
Não completaram
24. Luiz Henrique Filho (Super)
25. Renata Camargo (Super)
26. Rafa Maeda (Super)
27. Antonio Junqueira (Super)
28. Alexandre Canassa (Super)
29. Cassio Cortes (Pro)

Créditos: Alessandra Seidel
Fotos: Rodrigo Ruiz

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