Velocidade no Asfalto Cacá Bueno analisa cenário da F1 2026 após início equilibrado e pausa no calendário Por Kauê Karneiro Publicado em 3 horas atrás Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no Google+ Compartilhar no Pinterest Novo integrante da Betfair comenta impacto do novo regulamento e o que esperar da disputa após a pausa no calendário Foto: Divulgação Betfair O início da temporada 2026 da Fórmula 1 trouxe um cenário mais aberto e imprevisível, marcado por uma das maiores reformulações da história da competição. Após os testes no Bahrein e em Barcelona e as etapas de Austrália, China e Japão, o campeonato entrou em uma pausa inesperada de cinco semanas devido ao cancelamento dos GPs do Bahrein e da Arábia Saudita, por conta do agravamento do conflito no Oriente Médio. Para o piloto Cacá Bueno, creator da Betfair, esse contexto reforça ainda mais a importância da capacidade de adaptação das equipes em um momento de transição técnica que exige um nível maior de adaptação “Sempre que há uma mudança grande de regulamento, há dificuldade de interpretação e discordâncias. O fã às vezes critica, dizendo que “estava legal e mudaram agora”, mas a Fórmula 1 vive desses ciclos para quebrar dominâncias. Já tivemos as eras McLaren, Williams (com suspensão ativa e câmbio automático), e depois essas tecnologias são proibidas para equilibrar. No regulamento anterior, os pilotos reclamavam que era impossível dirigir, que dava dor nas costas (porpoising e bouncing). Agora, a dificuldade é a utilização da potência da bateria pelo máximo de tempo possível. Quem melhor entendeu isso foi a Mercedes, produzindo o melhor powertrain da categoria, o que beneficia Mercedes, McLaren e Alpine”, analisou. Equilíbrio técnico e estilos diferentes Os carros da temporada de 2026 são significativamente diferentes, mais leves, ágeis e possuem maior participação elétrica, o que demanda soluções diferentes de cada equipe, um fator que consequentemente já reflete nas pistas. Segundo Cacá, a Ferrari e a Red Bull, por exemplo, seguiram caminhos distintos na interpretação do regulamento. “A Ferrari está usando um turbo menor, conseguindo grandes retomadas de velocidade em circuitos travados. O carro larga muito rápido, então eles não dependem tanto da pole position para assumir a liderança. Já a Red Bull tem a melhor utilização de carga de bateria, mas pode sofrer mais em classificações. Isso forçará Verstappen a mostrar talento recuperando posições, o que pode levá-lo ao erro por pressão (overdriving)”, explicou em entrevista exclusiva à Betfair. Para o automobilista pentacampeão brasileiro de Stock Car, outro destaque do início da temporada é a chegada da Audi: “Já a Audi é muito legal ver uma marca tradicional entrar. Eles vêm da base da equipe Sauber, que já era tecnicamente desenvolvida. Surpreenderam positivamente, pois esperava mais dificuldade com o motor, como aconteceu com a Honda no passado” completou. Bortoleto ganha espaço com a Audi O jovem piloto Gabriel Bortoleto, de 21 anos, que entrou na segunda temporada como piloto na Fórmula 1, tem chamado a atenção como um dos pilotos centrais do projeto da Audi. E para Cacá Bueno, o brasileiro tem demonstrado ser muito competente nestas primeiras etapas da F1. “Acho que ele está mostrando uma competência enorme em administrar potência e pneus. Ele é reconhecido pela gestão de provas, mas agora está andando rápido também. A Audi deve brigar pelo 9º lugar, tentando “beliscar” resultados melhores quando as gigantes (McLaren, Red Bull, Ferrari e Mercedes) falharem”, comentou. Pilotos da ‘velha guarda’ precisam ficar em alerta Esta temporada também conta com pilotos muito experientes, como Lewis Hamilton e Fernando Alonso, que seguem competindo em alto nível, mesmo com o passar dos anos. Na visão de Cacá, o piloto pode perder a dedicação ao longo dos anos, o que é um fator determinante. “O que se pode perder é a vontade de se dedicar. Pilotar não é só botar o macacão; envolve análise de dados, desenvolvimento do carro e troca de ideias com a equipe. Com a idade, surgem outras prioridades e o piloto pode acabar delegando demais para os engenheiros. O Verstappen, por exemplo, exige um carro feito especificamente para o jeito dele. A experiência ajuda a administrar a equipe, mas se você não se dedicar 24 horas antes da corrida, não resolve o problema nas 24 horas de prova”, destacou. Os novos carros da F1 Outro ponto que vem gerando discussão entre pilotos e fãs é o uso intensivo de modos de energia e estratégias eletrônicas durante as corridas, além do comportamento dos novos carros da Fórmula 1. Para o embaixador da Betfair, é tudo uma questão de perspectiva e desempenho: “A F1 é um campo de desenvolvimento. ABS, controle de tração e câmbio automático que usamos hoje vieram da competição. Quem reclama geralmente é quem não se adaptou bem ao carro. O Norris, por exemplo, não criticou até a McLaren ir mal na Austrália. O Hamilton elogiou o regulamento porque está andando perto do Leclerc. É tudo uma questão de perspectiva e desempenho”, finaliza Bueno. Sobre a Betfair Fundada em 2000 no Reino Unido, a Betfair revolucionou o universo das apostas ao criar a primeira plataforma peer-to-peer de apostas do mundo: o Exchange, bolsa de valores de apostas que conecta diretamente os apostadores, permitindo que ofereçam e aceitem odds uns dos outros em tempo real. Ao longo de mais de duas décadas, a Betfair consolidou sua posição entre as maiores e mais inovadoras casas de apostas do planeta, combinando tecnologia de ponta e uma experiência de usuário transparente e eficiente. A empresa se tornou uma referência global nos mercados esportivos, de trading e de soluções avançadas para apostadores exigentes. A Betfair está licenciada para operar apostas online e outros jogos em 19 países, incluindo Brasil, Espanha, Itália, Malta e Grã-Bretanha. Use a cabeça. Jogue com responsabilidade. Autorização SPA/MF nº 2.104-8. Denis Ninzoli
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