Velocidade no Asfalto Mundial de Fórmula E estreia no Autódromo Internacional de Miami Por Kauê Karneiro Publicado em 30 de janeiro de 2026 Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no Google+ Compartilhar no Pinterest Nova pista será um desafio especial para as equipes, diz brasileiro Lucas Di Grassi Lucas Di Grassi em ação no Mundial de Fórmula E(Lola Cars) Depois de passar pelo Brasil e México, o Campeonato Mundial de Fórmula E disputa no próximo sábado (02/02) a terceira etapa da temporada competindo pela primeira vez no Autódromo Internacional de Miami, nos Estados Unidos – encerrando a fase das Américas da competição. A prova contará com a participação dos brasileiros Lucas Di Grassi, pela equipe Lola Yamaha Abt, e Felipe Drugovich, da Andretti. A Fórmula E já competiu duas vezes na cidade de Miami. Em 2015, primeira temporada da história do Mundial, a corrida foi realizada nas ruas da baía de Biscayne. Dez anos depois, o campeonato voltou à cidade para disputar uma prova, dessa vez no traçado misto do Homestead-Miami Speedway. Já a etapa do próximo final de semana marcará a estreia do Mundial na pista que atualmente sedia o GP de Fórmula 1 desde 2022. Pista deve agradar aos pilotos e fãs – Para 2026, a categoria optou por uma versão de traçado com 2,32km, onde estão espalhadas 14 curvas. O design da pista apresenta uma primeira seção fluída mas tecnicamente desafiadora, com o trecho mais veloz situando-se no terço final do percurso, entre as curvas 8 e 13. No geral, a pista oferece boas oportunidades de ultrapassagem – o que agrada bastante ao público e aos pilotos. “É uma pista que combina retas longas com trechos técnicos e vai testar a capacidade dos pilotos e equipes. Por ser inédita, será um desafio especial para todos”, diz Lucas Di Grassi. “O piso é o melhor que tivemos até agora, por ter menos bumps e irregularidades, então isso muda um pouco o approach em relação a São Paulo e Cidade do México”, explica. O piso mais homogêneo e livre de irregularidades também vai oferecer maiores níveis de aderência. “Será a primeira vez que vamos correr lá e, como na Fórmula E temos poucos treinos e tudo praticamente acontece em um dia, o foco de todas as equipes é tentar descobrir o acerto o mais rápido possível. Minha expectativa é termos uma corrida muito disputada do começo ao fim”, resumiu o brasileiro. Após as etapas do Brasil e do México, a liderança do Mundial é do neozelandês Nick Cassidy, da equipe Citroen, com 40 pontos, seguido pelo inglês Jake Dennis, da Andretti. Contatos Rodolpho Siqueira
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