Velocidade no Asfalto Senger/Giacomello/Mottin vencem as 6 Horas de Guaporé com o Sonic #17 Por Eni Alves Publicado em 10 de novembro de 2020 Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no Google+ Compartilhar no Pinterest Uma prova movimentadíssima, com muitas reviravoltas entre os líderes e recheada de lances emocionantes. Assim foi a edição 2020 das 6 Horas de Guaporé, que teve, também, um grid grande: 39 carros largada, recorde do Campeonato Gaúcho de Super Turismo. A pole position foi estabelecida pelo Aldee #118 de Nicolas/Ricardo Kreuz, batendo recorde de volta mais rápida com 1:13.323. Na largada, o Sonic Stock V8 #17 de André Senger/Beto Giacomello/Luciano Mottin tomou a ponta, mas foi seguido implacavelmente pelo Aldee #118, que conseguiu retomar a liderança. Quando tudo já parecia bem encaminhado, quando já tinha duas voltas de vantagem, um problema mecânico no Aldee deixou a liderança para a Mercedes CLA 45 #81 de Arthur Caleffi/Fernando Bianchessi/Fernando Poeta. Mas uma prova de 6 Horas sempre reserva surpresas. Ao cumprir a janela obrigatória com tempo menor que o obrigatório por apenas poucos décimos de segundo, a Mercedes #81 foi penalizada com a perda de duas voltas mais um segundo, deixando a liderança para o Sonic #17, que, apesar de ter uma falha que tirava um pouco de desempenho desde o início da prova, seguiu para a vitória geral e na classe GT, que havia escapado por pouco na edição 2019, quando o carro chegou em segundo, lutando até o final. Para Luciano Mottin, preparador e piloto do carro, a vitória foi especial, dedicada ao seu pai, falecido uma semana antes: “Eu tinha uma convicção grande que íamos vencer esta corrida, perdi meu pai faz uma semana hoje, esta vitória já estava dedicada a ele, eu tinha certeza que ia dar certo”, disse. André Senger ressaltou um aspecto interessante: “estou muito contente, pois decidimos nossa participação na última hora. O Sonic é um carro muito forte, nossa tocada foi parelha e conseguimos a vitória, ajudados pelas circunstâncias”, comemorou. Já Beto Giacomello ressaltou que não acreditava na vitória em determinado momento da prova: “Foi uma surpresa, achava que seria difícil, que não ia dar, mas conseguimos a vitória, que escorreu entre os dedos no ano passado devido a uma parada extra, e neste ano a prova acabou sendo decidida por um lance de uma parada”. Alguns acidentes tiraram carros que estava bem colocados na prova, como o do Linea #199 de Marcelo/Rodrigo Lemke, que bateu forte na curva do radiador após quebra do cubo de roda traseira esquerda mas, apesar do susto, Rodrigo passou por atendimento e foi liberado. O Escort #5 dos Steyer/Tiel Andrade também escapou e foi abalroado pelo Celta #100 de Lodi/Dallagnol/Barcelos. Problemas mecânicos também tiraram as chances de alguns carros, como o Voyage #117 de Fábio Menegaro/Togacy Ogino/Anderson Baggio, que teve um problema elétrico quando liderava, e retornou após perdê-la. Abaixo, os vencedores por categoria: GT: Giacomello/Senger/Mottin (Sonic #17) TS: Caleffi/Poeta/Bianchessi (Mercedes #81) T1: Biancini/Ike/Reinaldo Halmenschlager (Gol #22) T2: Márcio/Thiago Martins (Gol #53) TR: Fontes/Weber/Sério e Anderson Rocha (Kadett #48) TL: Fontes/Rocha/Roncen/Albuquerque (Onix #98) Opala: Colau/Zambon/Valmorbida (Opala #77) Protótipos: Eberle/JB Rodrigues/Melo/Toschi (Spyder #2) LF Assessoria/Niltão Amaral Fotos: Grégori Dai Prá
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