Velocidade no Asfalto Veteranos e estreantes em condição de igualdade na etapa carioca da Stock Car Pro Series Por Eni Alves Publicado em 4 de abril de 2022 Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no Google+ Compartilhar no Pinterest O Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro vai receber a próxima etapa da Stock Car Pro Series. Veteranos e estreantes estarão em condição de igualdade no circuito Rio-Galeão foto: Duda Bairros A próxima etapa da Stock Car Pro Series vai desembarcar na cidade maravilhosa, Rio de Janeiro, no dia 10 abril, no novo circuito montado, no Aeroporto Internacional Tom Jobim, que marca o retorno da categoria no Estado. A corrida vai acontecer na pista comercial do Aeroporto e terá um traçado de mais de 3.200 metros de extensão. A última competição da Stock Car no Rio foi em julho 2012, no extinto Autódromo de Jacarepaguá, que foi demolido por completo meses depois, para abrigar o Parque Olímpico para as Olimpíadas do Rio de 2016. Antes disso, para os Jogos Panamericanos de 2007, a pista do Autódromo já havia sofrido intervenções para dar lugar ao Complexo Esportivo Cidade dos Esportes Agora, a nova geração de pilotos chega ao circuito Rio-Galeão correndo lado a lado com os veteranos que estiveram na última etapa em Jacarepaguá. É o caso do piloto da KTF, o paulista Felipe Baptista, 18, que já acumula seus primeiros pontos, estes conquistados nas duas etapas deste ano da Stock Car Pro Series. “Tenho boas expectativas para a Etapa do Rio. Vamos em busca de um bom desempenho como a que tivemos em Goiânia e sair com um bom resultado”. Mesmo disputando a corrida com pilotos experientes, Felipe não vê vantagens dos veteranos sobre os novatos. “Os pilotos que estiveram em Jacarepaguá correram numa pista totalmente diferente da que vamos correr agora. Vai ser uma pista nova para todo mundo e teremos que nos adaptar. Todos irão começar do zero. Creio que o piloto que se adaptar mais rápido vai sair na frente”, diz. Além do circuito novo, outra novidade para as equipes será o tipo de piso, já que a pista do aeroporto é feita de concreto, o que deve levar ao consumo menor de pneus. Outra coisa que as equipes terão que se adaptar será quanto ao grip, já que a aderência do piso não é a mesma do asfalto. “Temos que nos acostumar com o tipo de piso e entender como será o desempenho do carro na pista, explica Baptista” Jornalista responsável: Andréa França
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