Velocidade no Asfalto Problemas no carro e intervenções do safety car tiram chance de pódio de Chris Bornemann Por Eni Alves Publicado em 10 de novembro de 2020 Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no Google+ Compartilhar no Pinterest Piloto encerrou a participação na 6ª etapa da Copa HB20 com convicção de que podia mais Chris Bornemann – 6ª etapa da Copa HB20 (Rodrigo Ruiz) A 6ª etapa da Copa HB20 – realizada, novamente, em rodada dupla – foi concluída, com sucesso no Autódromo Internacional de Curitiba. Correndo em casa e contando com o apoio incondicional da família – que encontrou maneiras alternativas de demonstrar a torcida, apesar da impossibilidade de presença de público no autódromo – Chris Bornemann teve, novamente, um grande desempenho, mas alguns problemas no carro impediram que o piloto reconquistasse o pódio e o deixaram sedento por mais. Ainda na sexta-feira, nas primeiras voltas rápidas com o carro, Chris acabou cometendo um erro que comprometeu o equipamento, fazendo com que ele perdesse o primeiro treino livre. Na sequência, no entanto, o problema no carro #343 foi resolvido e a competitividade restabelecida, fazendo com que o piloto fosse com boas expectativas para o classificatório. Ainda assim, a tomada de tempo não foi conforme o esperado. “O classificatório da Copa HB20 se decide em duas voltas e infelizmente eu acabei sendo atrapalhado, o que acabou me jogando lá pra trás, pra largar na primeira corrida em 10º. Tínhamos a esperança de avançar, mas a partir da metade da prova, enquanto eu estava no pelotão dianteiro, eu tive um problema na embreagem que fez eu perder o rendimento e terminar em décimo”. Neste domingo, largando em décimo para a corrida 2, Chris foi confiante em encerrar a corrida com uma boa colocação, mas as inúmeras interrupções da prova pelo safety car o impediram de escalar o pelotão. “Eu comecei a prova com a certeza de uma colocação muito boa ao final, mas a corrida praticamente não existiu por conta da quantidade de acidentes. Por conta disso, numa corrida com apenas quatro, cinco voltas com ritmo normal, não deu pra avançar além do sétimo lugar. Fica um gostinho amargo, porque eu tinha total condições de ter conquistado o pódio em Curitiba. Mas o esporte é assim mesmo, imprevisível. É isso que faz com que a gente queira voltar a competir para ter um melhor rendimento na próxima oportunidade” finalizou. Christiano Bornemann volta a pilotar o carro de numeral #343 nos dias 21 e 22 de novembro, quando a Copa HB20 realiza, em Goiânia, a sua última etapa da temporada. Veja como terminaram as corridas em Curitiba: Corrida 1: 1. Bruno Testa (Pro) – 15 voltas 2. Thiago Riberi (Pro) – a 0s495 3. Raphael Abbate (Pro) – a 1s046 4. Vitor Genz (Pro) – a 6s295 5. Kleber Eletric (Pro) – a 7s748 6. André Bragantini (Pro) – a 8s493 7. Eduardo Pavelski (Pro) – a 10s480 8. Alberto Catucci (Pro) – a 10s625 9. Diego Ramos (Pro) – a 11s357 10. Chris Bornemann (Pro) – a 17s513 11. Daniel Nino (Pro) – a 19s551 12. Leonardo Reis (Super) – a 20s062 13. Romulo Molinari (Super) – a 23s544 14. Juba (Super) – a 27s995 15. Marcos Ramos (Super) – a 28s375 16. Tiago Ramos (Super) – a 31s180 17. Luiz Sena Jr (Pro) – a 37s233 18. Odair dos Santos (Pro) – a 37s483 19. Leandro Parizotto (Super) – a 42s229 20. Edson Reis (Super) – a 42s507 21. Fabio Albuquerque (Super) – a a45s222 22. Pedro Perdoncini (Super) – 45s419 23. Thiago Sansana (Super) – a 47s311 24. Marcelo Zebra (Super) – a 1min02s840 25. Sandro Siqueira (Super) – a 1 volta 26. Lucas Bornemann (Pro) – a 1 volta 27. Alexandre Canassa (Super) – a 1 volta 28. Keka Teixeira (Super) – a 1 volta Não completaram 29. Marcus Índio (Super) 30. Antonio Junqueira (Super) 31. Edgar Colamarino (Super) 32. Beto Cavaleiro (Pro) Corrida 2: 1. Diego Ramos (Pro), 15 voltas 2. Kleber Eletric (Pro), a 0.408 3. André Bragantini (Pro), a 0.663 4. Cassio Cortes (Pro), a 1.655 5. Raphael Abbate (Pro), a 2.069 6. Lucas Bornemann (Pro), a 2.468 7. Christiano Bornemann (Pro), a 3.486 8. Luciano Viscardi (Pro), a 3.825 9. Odair Paraguai (Pro), a 4.252 10. Luiz Sena Jr (Pro), a 4.729 11. Bruno Testa (Pro), a 5.028 12. Juba (Super), a 5.614 13. Edson dos Reis (Super), a 6.317 14. Indio (Super), a 6.962 15 . Rafael Reis (Super), a 7.522 16. Antonio Junqueira (Super), a 8.092 17. Luiz Henrique Filho (Super), a 9.230 18. Thiago Sansana (Super), a 9.867 19. Edgar Colamarino (Super), a 10.784 20. Romulo Molinari (Super), a 11.594 21. Molly (Super), a 12.305 22. Eduardo Doriguel (Pro), a 12.852 23. Diego Vallini (Super), a 13.079 24. Keka Teixeira (Super), a 13.755 25. Marcelo Zebra (Super), a 14.139 26. Beto Cavaleiro (Pro), a 15.432 27. Sandro Siqueira (Super), a 16.320 28. Felipe Carvalho (Pro), a 3 voltas 29. Thaline Chicoski (Super), a 4 voltas 30. Luiz Albuquerque (Super), a 4 voltas 31. Daniel Nino (Pro), a 7 voltas 32. Leandro Parizotto (Super), a 15 voltas DRAX SPORTS Texto: Alessandra Seidel | MBT 0006112/SC Fotos: Rodrigo Ruiz
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